automatização

Projeto de automatização de processos de soldadura de estruturas hiperestáticas em ligas de alumínio

A indústria de transportes é um dos setores mais importantes na economia global…

Este artigo foi elaborado pela Roboplan e pelo Instituto Politécnico de Bragança e teve por base o projeto “APSEHAL: Automatização de Processos de Soldadura de Estruturas Hiperestáticas em Ligas de Alumínio“, desenvolvido no âmbito do Portugal2020.

A indústria de transportes é um dos setores mais importantes na economia global e qualquer alteração neste setor repercute-se nos custos de praticamente todos os outros setores económicos. Devido aos preços cada vez mais elevados da energia e às exigências ambientais progressivamente mais restritivas houve necessidade, por parte desta indústria, em adaptar-se a uma nova realidade. Assim, os diferentes setores da indústria de transporte têm-se adaptado às novas exigências a diversos níveis, que vão desde o desenvolvimento de sistemas de propulsão, vulgo motores, mais eficientes [1, 2] à seleção de materiais mais leves [3, 4].

No âmbito do projeto Portugal2020 “APSEHAL: Automatização de Processos de Soldadura de Estruturas Hiperestáticas em Ligas de Alumínio”, a Roboplan e o Instituto Politécnico de Bragança irão desenvolver a componente da seleção de materiais mais leves, e nesse sentido tem-se verificado uma substituição progressiva dos materiais metálicos clássicos como o aço ou o ferro fundido, com elevada resistência mecânica, mas muito densos por materiais com uma densidade inferior, sendo de destacar os compósitos [5], ligas de magnésio [6] e ligas de alumínio [7]. Estes materiais têm, para além da leveza, boas propriedades mecânicas e elevada resistência à corrosão atmosférica [8], daí a sua crescente utilização nos diferentes tipos de transporte. Assim pode ver-se a sua aplicação na indústria automóvel [6, 9, 10], naval [11], ferroviária [12] e aeronáutica [13, 14]. Entre estes materiais destacam-se as ligas de alumínio com um preço inferior e os processos de fabrico e produção mais simples do que as ligas de magnésio [8] ou os materiais compósitos [15].

João Ribeiro, IPB e INEGI
José Gonçalves, IPB e INESC-TEC
Nuno Mineiro, Roboplan

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