Leis fundamentais dos circuitos eletrónicos
Lei de Ohm
Vamos considerar o circuito esquematizado na Figura seguinte onde o gerador é uma fonte de alimentação variável. Este equipamento eletrónico cria uma diferença de potencial entre os seus terminais podendo, assim, substituir uma pilha ou bateria. A fonte que iremos utilizar varia entre 0 V e 30 V. No símbolo do gerador fixo é acrescentada uma seta diagonal que significa que o gerador é variável.

Efetuou-se a variação da tensão da fonte e para cada valor registou-se a intensidade de corrente elétrica e a tensão aos terminais da resistência. Pela análise da Tabela 9 podemos verificar que o quociente entre a tensão e a corrente é constante, ou seja, sempre que se aumenta a tensão aplicada a corrente elétrica aumenta proporcionalmente. A Figura 11 representa graficamente esta correlação.
| U (V) | I (A) | R=U/I |
|---|---|---|
| 0 | 0 | 0 |
| 5 | 0,01 | 500 Ω |
| 10 | 0,02 | 500 Ω |
| 15 | 0,03 | 500 Ω |
| 20 | 0,04 | 500 Ω |
| 25 | 0,05 | 500 Ω |
| 30 | 0,06 | 500 Ω |
O resultado obtido foi estabelecido por George Simon Ohm1 e ficou conhecida pela Lei de Ohm e pode ser enunciada do seguinte modo: há condutores (ou recetores resistivos e lineares como o caso da resistência utilizada) em que a diferença de potencial aplicada nos seus terminais é, a uma dada temperatura, diretamente proporcional à intensidade de corrente elétrica que os percorre.

Paulo Peixoto
paulo.peixoto@atec.pt
ATEC – Academia de Formação
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