indústrias do futuro

Como serão as indústrias do futuro?

A transformação digital é o ponto chave do futuro e uma exigência em todas as empresas que queiram resistir a todas as mudanças que já estão a acontecer.

No último Innovation Talk para o setor industrial, a Schneider Electric abordou as indústrias do futuro, fundamentais em muitos aspetos sobretudo numa época em que o mundo está a assistir a uma massiva transformação digital que requer mais dados mas simultaneamente uma maior sustentabilidade e eficiência energética. Desafios com os quais a Schneider Electric trabalha todos os dias, construindo um futuro mais sustentável e com respostas concretas para o setor.

Josu Ugarte, Iberian Zone President, deu o mote ao evento abordando as tendências económicas atuais e do futuro, sempre com o objetivo de tornar o planeta mais sustentável. Há atualmente 4 macrotendências – globalização, revolução digital, expansão do conhecimento e emergência climática e há uma interação entre estas a uma grande velocidade. Um dos desafios passa por facilitar esta interação. Além disso, o Covid19 acelerou a digitalização porque acelerou a utilização da gestão remota, a resiliência, eficiência e sustentabilidade. A verdade é que há atualmente uma maior eficiência e redução de custos, o que permite construir o caminho para a competitividade. Assim surge a transformação digital como o ponto chave do futuro e uma exigência em todas as empresas que queiram resistir a todas as mudanças que já estão a acontecer. Os dados e a forma como os captamos, extraímos, modificamos e movemos são igualmente muito importantes, e lidam de perto com a conetividade e a inteligência artificial.

Xavier Armengol, Iberian Industrial Automation VP, indicou a resiliência, flexibilidade e digitalização como as tendências do futuro. Indicou que há cada vez mais uma maior urgência na digitalização e na transformação digital, com mais pontos de distribuição, maior competitividade (pressão nos custos de exportação) e não podemos descurar a eficiência energética e a eficiência dos processos que leva, invariavelmente, à produtividade. Com tudo isto ocorre um impacto direto na indústria transformadora, assegurando 18% de redução no consumo energético, 48% de redução no tempo de paragem, 49& de redução de falhas e 16% de melhoria das OEE (eficiência geral dos equipamentos), nascendo assim smart factoring. Estas smart factoring tem melhores áreas de negócio que impulsionam níveis de eficiência e rentabilidade (reduzir custos e aumentar a produtividade, operações inteligentes e rentabilidade em tempo real, dar poder às pessoas), sustentabilidade e transformação (minimizar a pegada ambiental, satisfação do cliente, transformação do negócio), fiabilidade e rendimento (conceção e engenharia inteligente, rendimento de ativos), prevenção e segurança (proteger pessoas, dados e ativos, cibersegurança, cumprimento regulatório).

Smart factoring foi o que foi visto de seguida com uma visita à fábrica de Puente la Reina, uma Smart Factory da Schneider Electric em Navarra, em Espanha. Esta é uma fábrica com uma produção e funcionamento assente na eficiência, sustentabilidade e produtividade. O EcoStruxure Point ajuda a controlar e reduzir custos in time, e a automatização de todos os processos foi uma evolução que permitiu aumentar a produtividade e reduzir custos e consumo energético.

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