Aspetos construtivos de um banco dianteiro automóvel
“(…) será uma batalha por cada grama conseguida (…) a maior experiência no processamento de
“(…) será uma batalha por cada grama conseguida (…) a maior experiência no processamento de
“O facto de muitas pessoas passarem mais tempo no seu automóvel do que na sua
A segurança automóvel tem vindo a ser encarada como um desígnio pela indústria automóvel moderna, sendo o desenvolvimento de testes de segurança passiva e ativa prioridades do setor.
Apesar da evolução tecnológica, as profissões e as competências exigidas para cada uma delas, no setor metalomecânico, continuam demasiado cristalizadas. É facilmente observável, em qualquer anúncio de emprego, que os requisitos exigidos não se adequam ao estado da tecnologia atual. Exigem competências que já não têm sentido e outras, essenciais ao aumento da produtividade, são esquecidas.
Às máquinas-ferramenta e as ferramentas atuais exige-se muito mais, mas para isso era necessário que os programadores e operadores de máquinas ferramenta compreendem-se quantitativamente os desvios espectáveis em relação aos valores programados, e com esse conhecimento antecipar o erro e corrigi-lo previamente nos valores programados. O estudo apresentado visa questionar este modo de trabalho.
O que seria natural, era que com a tecnologia atual, o fabrico, por exemplo, fosse executado de forma assertiva, sem necessidade dos ajustes, do parar a máquina, medir, corrigir e assim consecutivamente. O que falta então para esse desiderato?
O setor metalomecânico debate-se há longos anos com uma crescente penúria de profissionais qualificados e isso é uma realidade que entre pelos olhos dentro de qualquer observador menos atento e só não é mais ostensiva esta evidência porque já nos habituamos a esta reduzida produtividade.
A prática demonstra que as medidas das peças podem variar, dentro de certos limites, para mais ou para menos, sem que isto prejudique a qualidade ou a sua funcionalidade.
Numa época em que tanto se fala, da carência de mão-de-obra qualificada e da baixa produtividade do setor Metalomecânico, importa analisar algumas das causas que nos levam a este desiderato.
A exigência crescente para que nos novos produtos respondam a critérios cada vez mais exigentes de resistência mecânica, e que em simultâneo, apresentem soluções construtivas mais económicas, esbeltas e esteticamente apelativas leva que haja uma necessidade constante de ensaios e testes práticos que validem os seus protótipos.